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sábado, 19 de outubro de 2013

Sincronicidade, Mágicas Coincidências da Vida

Sincronicidade, Mágicas Coincidências da Vida


   Quem nunca se surpreendeu com as misteriosas coincidências que acabaram mudando o rumo de sua vida?
   O que estaria por trás dessas insistentes repetições? As respostas para explicar a sincronicidade são tão fascinantes quanto as perguntas…
   Quando a sincronicidade acontece, é sempre uma surpresa. Como aquela inacreditável seqüência pode se desencadear diante dos nossos olhos, sem nenhuma explicação? O que ela significa? Porque acontece? Que mecanismos ocultos acionariam esse processo?
   Cada vez mais pessoas estão se conscientizando da importância da sincronicidade e já pautam suas vidas pelas indicações encobertas pelas coincidências. Isso é possível quando estamos sincronizados com a ordem celeste - enfim, quando nossos passos desenham a vontade de Deus. A sincronicidade é a linguagem do divino para orientar nossa vida. E o divino atua tanto dentro quanto fora de nós.
   Precisamos cada vez mais nos tornar sensíveis para perceber a sincronicidade pontuando o nosso destino.
   A sincronicidade abre um caminho para você escutar a si mesmo e ativa sua intuição. O resto é com você. Às vezes precisamos de muita coragem para abandonar estruturas que construímos durante a vida e seguir os sinais que nos indicam novos caminhos.

A força de mente
   Quem primeiro reconheceu que os eventos sincrônicos, ou coincidências significativas, tinham um sentido maior e que se relacionavam com a nossa psique (mente) foi o psicólogo suíço (1875-1961) Carl Gustav Jung.
   A repetição é um dos mecanismos básicos da nossa psique. As coisas se repetem, se repetem - em sonhos, símbolos ou acontecimentos – até que finalmente, a nossa compreensão sobre algo é despertada.
   Quando temos um problema, ele volta inúmeras vezes a nossos pensamentos, como se fosse um disco arranhado. Mas quando finalmente compreendemos o que temos de compreender, cessa a repetição. Revela-se aquilo que estava sendo expresso por símbolos, entendemos a situação e integramos seu conteúdo.
   Para compreender esse sentido, talvez seja preciso um árduo trabalho: pesquisar os significados dos símbolos, prestar atenção quando eles ocorrem, refletir a respeito. Mas a compreensão também pode surgir espontaneamente, sem nenhum raciocínio lógico. A esse tipo de compreensão instantânea Jung dava o nome de insight.
   Jung afirmava que temos quatro funções básicas:razão, emoção, sensação e intuição. No nosso ser, geralmente uma delas é predominante. Mas quando trabalhamos internamente na direção do equilíbrio, uma nova função é acrescentada: a sincronicidade.

Fios de uma trama maior
“O universo tem uma lei, uma harmonia, que às vezes desconhecemos. Choramos quando algo muda e foge de nossas mãos. Não deixamos as mudanças ocorrerem, seguramos a vida.
Quando finalmente aceitamos que o desenho da nossa vida não nos pertence e que existe no Universo uma trama de fios mais grandiosa e complexa, tudo muda… Ficamos mais atentos aos sinais que nos mostram os caminhos da ação correta, a ação que aceita e se entrelaça amorosamente com os desígnios divinos.
Enfim, nos submetemos _ não somos mais um ego que tenta controlar tudo a qualquer custo. Finalmente cedemos, e mudamos.”

Doucy Douek – Terapeuta Transpessoal - outubro 17, 2013 em
O Mundo de Gaya