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sábado, 27 de julho de 2013

Eras Astrológicas e a Nova Era

              Eras Astrológicas e a Nova Era

   A Astrologia na antiguidade era considerada a chave de todas as ciências humanas e naturais, e tenho inúmeras razões que algum dia se descubra que possui inúmeros fundamentos para ocupar novamente esta posição.
   A Astrologia teve sua origem, por volta do ano 3000 a.C., provavelmente na cidade de Ur, supostamente a pátria de Abraão, fundada no 4º milênio a.C., por um povo do norte da Mesopotâmia, os Sumérios. Este povo tinha um grande interesse pela observação do céu, eles o relacionavam a uma grande abóbada de veludo negro onde as estrelas estavam fixas como enfeites de brilhantes. Observavam que além do Sol e da Lua mais cinco estrelas apresentavam um movimento mais rápido que as outras, eram os planetas Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno.
   Mais tarde foram os Caldeus que introduziram a Astrologia como hoje é conhecida. As estrelas foram agrupadas em constelações, para servirem como marcadores do movimento dos planetas. O Zodíaco, ou o Caminho de Anu, era a rota seguida no céu pelo Sol, Lua e planetas, sempre pela mesma massa de estrelas, as Constelações Zodiacais. A divisão do Zodíaco em doze partes talvez tenha vindo da divisão em doze partes de duas horas do dia dos Caldeus.
   Nas lojas da Maçonaria, templos, onde sempre se vê representados os signos do zodíaco e a abóbada celeste, serviram de veículo para a difusão de ensinamentos da Astrologia e, com certeza, foram nestas lojas que a Astrologia floresceu em nosso país, em especial no Rio de Janeiro.
   Grande Ano, em Astrologia, é o período de 25.858 anos que a terra leva para percorrer todos os signos do zodíaco. Esse período é constituído por doze Grandes Meses, cada um dos quais com uma duração aproximadamente de 2.000 anos. Um Grande Mês, assim, corresponde a uma Era, regida por um dos doze signos, que se seguem, em sentido decrescente.

Era de Leão - (de 10.000 a.C. a 8.000 a.C) - Era mais antiga da qual é possível ter conhecimento. Governada pelo signo de Leão, cujo astro regente é o Sol, e marcou um período dominado pela criação, o homem começou a cultivar as plantas, a criar os animais e a polir a pedra e adquirindo os meios para um rápido progresso. Iniciava-se o Período Neolítico da Pré Historia, o inicio da civilização estratificada.

Era de Câncer/Caranguejo - (de 8.000 a. C a 6.000 a.C) - Com o termino da Idade de Gelo, por volta de 9.000 a.C, o homem deixou as cavernas e começou a construir as suas habitações, abandonando o nomadismo e tornando-se sedentário. Sob o governo de Câncer/Caranguejo, signo da maternidade e do lar, regido pela Lua, a “mãe universal”, princípio feminino que fertiliza todas as coisas, e a humanidade começou a se estruturar socialmente por meio da família.

Era de Gêmeos - (de 6.000 a.C a 4.000 a.C) - Esta Era foi caracterizada pelo dinamismo e pela elaboração dos grandes projetos humanos. Governada por Gêmeos, regido por Mercúrio, o representante do intelecto. Era de grande efervescência intelectual, de muita curiosidade e de um dos mais valiosos tesouros: a escrita. O homem começou a fixar as suas idéias e a registrar a sua própria memória. Começava a Historia escrita.

Era de Touro - (de 4.000 a.C a 2.000 a.C) - Representando a força criativa de Áries, transformada nos poderes de fecundação e procriação da natureza. Com uma energia de solidez e riqueza, significou o florescimento de grandes civilizações humanas, como a egípcia. Período de grandes progressos materiais, a Era de Touro legou à humanidade cidades importantes, como por exemplo, Tebas e Mênfis, no Egito, onde era cultuado Àpis, o touro sagrado.

Era de Áries/Carneiro - (de 2.000 a. C a 0) - Sendo regido por Marte, Deus da Guerra, na mitologia romana, foi caracterizada por grande atividade bélica, com muitas invasões e muitas lutas entre os povos. Um exemplo é o território antigo da Grécia, que sofreu, durante esse período, diversas invasões, as mais produtivas delas foram às dos Dórios e dos Jônios, já que, dessa miscigenação de povos, surgiu à magnífica cultura grega, que tanta influência teve nos destinos da humanidade.

Era de Peixes - (de 0 a 2.000 d.C) - Regido por Peixes, signo da fé, da piedade, da compaixão, do espírito de sacrifício e do misticismo, este período tem como seu fato mais marcante o surgimento do Cristianismo, que como religião é o típico exemplo da mentalidade de Peixes. O signo influenciou tanto este período, que o seu símbolo, dois peixes, dispostos lado a lado, mas em sentindo inverso, simbolizando o momento final da liberação do espírito das malhas matérias, acabou se tornando o sinal secreto dos que aderiam à fé cristã. Este foi o período dos “pescadores de homens”.

Era de Aquário - (de 2.000 d.C a 4.000 d.C) – Esta Era iniciou no ano 2.000, tem como mensagem especial o humanitarismo. Nela ocorrerá uma reconciliação entre a ciência e o homem, entre as mais fantásticas descobertas da mente cientifica e das verdades eternas, tem sido motor e dínamo da humanidade. Regido por Aquário, signo da originalidade, da independência, da lealdade, da ação, à vontade de mudar e de criar, além de uma grande preocupação com o futuro da humanidade. Nesse período, os homens terão a oportunidade de transformar o mundo, tornando-se mais felizes e prósperos. Poderão também dertruí-lo, mesmo que a prudência seja uma característica de Aquário.

   A liberdade é direito de Aquário, simbolizado por Ganimedes, anjo derramando sobre a humanidade o cântaro do saber; saber que, se for bem utilizado pode ser um meio de acesso à liberdade, com a condição de que aceite a superioridade do iniciado. Só o iniciado, o sábio, poderá reconhecer os limites além dos quais não poderá ir, pois esta é a maneira dele chegar ao conhecimento dos mistérios divinos.
   Essa ligação com o divino, da qual Moisés é um símbolo, o respeito às leis divinas, fundamentais para uma existência pacífica e harmoniosa, serão também assinalados pelo signo frontal a Aquário, Leão, cujo símbolo é o Sol, símbolo do UM, símbolo de Deus.
   Libra, Gêmeos e Aquário são os signos do Ar do Zodíaco, que são símbolos do espírito e do cosmos, que o iniciado deve procurar conhecer e compreender.
   A igualdade é o símbolo de Libra/Balança, símbolo universal do equilíbrio, da legalidade e da justiça, concretizado pelo senso da diplomacia e da cortesia. Libra/Balança significa um caráter afável, sentido de justiça, harmonia e sociabilidade, que são todos atributos da igualdade.
   A fraternidade é perfeitamente ilustrada pelo signo de Gêmeos em sua dualidade, que são os míticos Castor e Pólux, irmãos gêmeos da mitologia, cada um desempenhando seu papel sem nenhuma proeminência sobre o outro. O signo de Gêmeos é dual, porque simboliza o momento em que a força criativa de Áries e Touro dividem-se em duas correntes, uma tem sentido ascensional, espiritual, e a outra é descendente no sentido da multiplicidade das formas e do mundo fenomênico.
   Considerando-se que o oposto a Gêmeos é Sagitário, governado por Júpiter/Zeus, Deus do qual todos os homens emanam, o que nos faz irmãos uns dos outros, com cada um procurando-o à sua maneira.
   Uma das primeiras lições que aquele que recebe a Luz é justamente da simbologia e da importância da depuração pessoal ou “limpeza” pelos quatro elementos: Terra, Água, Ar e Fogo. Estes são os elementos básicos que formam toda a criação no estudo da Astrologia.
   Compreendendo as características destes elementos podemos compreender o todo, pois tudo o que existe foi criado com esta matéria prima básica.  Nas antigas tradições iniciáticas, aquele que domina os elementos tornava-se igual e semelhante ao Sábio.
   O iniciado deve dominar os elementos em seu universo particular. A Terra vencendo o medo do desmoronamento, a melancolia, a avareza, a falta de horizontes em circunstâncias que elevariam ao máximo estas tendências, como por exemplo estar dentro de um buraco ou caverna estreita, úmida e profunda.
   A Água deveria ser dominada, por exemplo, dentro de um rio caudaloso e com correnteza violenta, vencendo-se a incerteza, a insegurança, a sensação de abandono e da falta de apoio.
   O Ar deveria ser dominado nas alturas de um precipício ou montanha, vencendo a vertigem, o desequilíbrio, a dificuldade de respiração em função da apreensão.
   O Fogo deveria ser dominado dentro de um salão incendiado, ou com o iniciado circundado por três enormes fogueiras, devendo controlar suas reações quanto ao calor, à luz excessiva e à sensação de proximidade com um poder terrível que pode destruí-lo.
   Em 21 de dezembro de 2012 começou o "Sexto Sol" e com ele um novo paradigma, que é baseado no "eu", saber-se e conhecer o universo. Segundo os Maias nosso sistema solar em seu caminho orbital em torno de Alcyone, o Sol Central das Plêiades, estava em um ponto longe da luz do Sol Central da Via Láctea "Hunab Ku".
   Estamos agora mais perto da luz e longe do escuro, a Era da Luz começou oficialmente. A mudança vai nos colocar na frente do nosso "espelho”, a sombra que cada um possui e não quer reconhecer. Estamos sendo desafiados a manter nosso potencial para a luz. Não podemos mudar o que não vemos, devemos integrar esta dualidade para ter acesso a luz.
   Dia 26 de julho de 2013 a estrela Sirius subiu em conjunção com o Sol, começou o novo ano Maia, ano da Semente Galáctica Amarela, onde toda a humanidade como uma família global, deve coexistir em estado de paz, harmonia e florescer.